Cal comemora boa fase, mas freia euforia e pede pés no
chão
Treinador ressalta trabalho sério em dias decisivos para
o Nova Cidade
A zona de rebaixamento, sem dúvida alguma, é o temor de
todas as equipes em qualquer que seja a competição. E lá o Nova Cidade esteve
por algumas rodadas da Série B2 do Campeonato Carioca. Mas reagiu. A
equipe de Nilópolis emplacou três vitórias, afastou qualquer risco de queda e
atualmente ocupa a terceira colocação do Grupo B - com a mesma pontuação do
Mesquita, segundo colocado - , além de estar perto das semifinais que darão os
acessos à Série B1 de 2018. O técnico Carlos Alberto Sotelho, o Cal, fez um
balanço dos momentos dos rubros até aqui:
- Não vínhamos jogando mal nas partidas em que não
estávamos vencendo, mas as bolas não entravam. De uns jogos para cá, começamos
a ter mais tranquilidade e tudo passou a dar certo. Sabíamos que as vitórias
chegariam e que sairíamos da parte de baixo da tabela. Estamos numa colocação
boa, tanto na chave quanto na geral, e vamos trabalhar para vencer o próximo
jogo para buscar a classificação. Estamos confiantes e seremos merecedores se
isso ocorrer - disse Cal, que completou:
- Tínhamos que passar tranquilidade para eles. Sempre
falava que estávamos jogando bem, mas pecávamos nas finalizações. Os jogadores
compraram o barulho, passaram a se empenhar cada vez mais e estamos provando
que temos condições de brigar pelo acesso. Além da competência, a sorte também
passou a sorrir para o nosso lado - afirmou.
A vitória por 2 a 0 para cima do Rio São Paulo manteve o
Nova Cidade na briga por uma vaga nas semifinais do returno. Para avançar, os
nilopolitanos precisam vencer o Futuro Bem Próximo no próximo domingo, dia 20,
no Joaquim de Almeida Flores, além de torcer por um tropeço do Mesquita. Carlos
Alberto quer a equipe com os pés no chão e rechaça qualquer "já
ganhou":
- Apesar do Futuro não ter pontuado ainda no segundo
turno, sabemos que não será um jogo fácil. Ninguém vence jogo na véspera. É
manter os pés no chão e trabalhar sério nestes próximos dias que são decisivos
para a gente. Não tivemos uma experiência muito boa com o Duquecaxiense, que
somente pontuou contra a gente. Não podemos entrar no "oba-oba" -
finalizou o comandante do Quero-Quero de Nilópolis.

